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NÃO-EXISTÊNCIA

 sinto-me como se não devesse existir como um fardo sinto que deveria ser outra pessoa e penso no que deve ser feito para eu ser essa outra ao mesmo tempo sinto que não deveria mudar que não é preciso deixar de ser quem sou sumir e esvair do meu ambiente de existência  não mereço viver o que tenho pra viver pois sou um fardo. não consigo mudar quem sou eu e tampouco consigo debulhar em lágrimas todas essas feridas internas que se acumulam, se multiplicam e sangram todos os dias meu único momento de estancamento açucarado é quando estou nos braços dele e aquele cheiro a princípio tão insignificante é a minha cura momentânea e viciosa para essa minha dor de existir eu me odeio, mas eu me amo mais quando estou com ele e me odeio mais ainda por ter esse vício em querer fugir de mim mesma, em esquecer quem sou e por que existo quero um dia parar de ter medo e tremer tanto por tentar viver sendo eu mesma sou proibida de tal tentativa porque tanto me protegem que prefiro morrer, isto...

PANDEMIC

Today was hard to breathe. The air, light and clean, My toughts, heavy and unwilling to leave. What to study first it's difficult to mend. Chest hurts. Can't even outburst my heart's content. No wonder I need to go  back to therapy. The daylight is scary, but wish it to never end. The night has come  and so has anxiety. Sudden relief. Quietness, dark's bequeath. A strong desire: to live,  to study, to paint,  and to breathe. And then there's guilt Guilt for not taking care (But I am trying, I swear) of a future spilt.